sexta-feira, 19 de abril de 2013

Italianices na Austrália - Povos e paises que vivem de passado mas possuem problemas de terceiro mundo.

                                                       Guia italiano para trabalhar na Australia. E ainda ofendem quem migra chamando de "extracomunitario"......

"Oi Druida e Maga. Tudo bem? 

Meu nome é Miranda e escrevo este post  para o blog diretamente da Austrália. Resido aqui faz 7 anos junto com o meu marido. Somos ambos de origem italiana e de classe média baixa. Ele é de SC e eu sou mineira de origem capixaba. Também sabemos dos pontos fracos e fortes do Brasil e outros lugares do mundo. Mas como descobri este blog faz pouco tempo, resolvi escrever para contar um pouco do que vi aqui na Austrália e sobre italianos.

Não sou racista e nem pratico xenofobia ou coisas assim. Moramos aqui legalmente e muito honestamente trabalhamos por tudo o que hoje possuimos. Como bons brasileiros sempre trabalhamos demais, muitas vezes 50 horas semanais. Hoje estamos aproveitando mais o nosso tempo embora nem sempre tenha sido assim. Eu e meu marido somos bem calmos e não gostamos de bagunça, ostentar, baderna e estas coisas. Nunca também nos consideramos descendentes de europeus ou possuimos orgulho racial que ao nosso ver é uma coisa idiota pois somos seres humanos como qualquer outra pessoa. Queremos é somente viver em paz. Nosso divertimento é viajar e aprender sobre outras culturas.

 Hoje trabalhamos com outra coisa mas no passado trabalhamos no ramo de hotelaria e turismo. E aqui eu gostaria de falar sobre os italianos pois achei relevante ao blog.

Talvez poucos saibam mas a Austrália é infestada de pessoas de origem italiana. Assim como no Brasil, EUA e outros lugares muita pessoa local daqui possui sobrenome italiano. A maioria nunca foi a Itália ou faz pouca questão de ir. Tudo é mais fantasia de filme que real vontade de ir morar na Itália.

Porém o inverso é diferente. Quando trabalhamos em hotelaria e turismo viamos muitos italianos viajando para a Austrália e muitos querendo migrar novamente como fizeram os antepassados. O problema é que aqui o passaporte italiano pouco vale e muitos italianos não sabem falar o idioma e possuem alta dificuldade em se adaptar a uma vida nova. O resultado disso é vermos italianos vivendo ilegalmente, trabalhando em subempregos e reclamando da vida. 

Dividimos casa com pessoas da Alemanha, da Inglaterra, dos EUA por anos e nunca tivemos problemas. Uma diferença cultural aqui e ali mas nada demais. Depois muitas destas pessoas se mudaram e chegaram italianos para alugar. Aqui começou o nosso problema. E como gosto de me informar sobre culturas e viagens noto que este problema é uma coisa comum vindo de italianos.

Pois bem, nossos vizinhos chegaram da  Itália sem saber nada da Austrália. Idioma, costumes, cultura, leis. Zero. Além disso, sempre reclamaram de morar aqui, da comida daqui, de tudo. Nunca foram muito adeptos da higiene. Inclusive eram mestres em ir ao banheiro atender o celular e nunca lavavam as mãos antes de comer ou de ir ao banheiro. Imagino a quantidade de bactérias na pele deles. Dividir os turnos de limpeza era uma briga com eles, coisa que com os outros nunca tivemos problemas. Faziam tudo mal feito, reclamando. Uma vez até rolou uma certa briga por terem nos ofendido de favelados. Na verdade nem eu e nem o meu marido viemos da favela e nem temos nada contra quem possui origem humilde. Eles falaram isso para nos ofender porque que é o que pensavam de brasileiros.

Como sei de turismo, uns me pediram dicas para viajar. Eu começei a falar e explicar tudo sobre os lugares mais legais aqui perto. Mas o interesse deles era viajar para a Tailândia para fazer turismo sexual. Não foram poucas as vezes em que estas pessoas quiserem forçar uma amizade para eu aprensentar outras brasileiras para eles com o mesmo interesse. E claro, toda mulher para eles é prostituta.

A migração chegou a investiga-los pois estavam ilegais. No tempo livre deles, usavam a cozinha sempre, nunca limpavam e viviam fumando maconha. Quando saiam a noite e vinham de festas, faziam bagunça e acordavam todo o mundo.

Depois graças a Deus foram embora. Descobrimos mais tarde que eram um grupo de rapazes e uma garota que eram de linhagem nobre italianas. Gente da elite o que demonstra uma grande verdade sobre quem se diz culto e viajado.

Como falei antes, gostamos de viajar e conseguimos o contato de um antigo familiar para ir visitar a Itália, afinal, assim como os australianos também tinhamos curiosidade de ir visitar parentes nossos e esta terra. Ficamos um mês quando o plano original era termos ficado dois mas não aguentamos. Achamos realmente o povo antiquado, mal educado, arrogante, falador e pouco adepto da higiene. Decidimos ir viajar pela Europa ficando uma semana em cada lugar diferente e foi produtivo.

Inclusive o que mais me chamou atenção nos italianos foi como acham que somente a gastronomia e a cultura deles existe, como o povo adora futilidades, adora gritar, é mal educado e como adolescentes e crianças começam a fumar cigarro muito cedo. Isto fora a TV que é baixa. Culturalmente o racismo é tolerado. Ser burro e ignorante é status. Que vergonha os meus antepassados sentiram da terra deles hoje.

O resumo que eu deixo é: cuidado para quem abrimos a porta da nossa casa. Principalmente se forem italianos que sempre fogem de fatos e verdades e vivem de passado. Eu e meu marido somos abertos e gostamos de paz, mas depois desta italianos nunca mais.

 Continuem o excelente trabalho de alertar pessoas que querem acreditar no mito da Itália primeiro mundo. Sobre aqueles que pensam em passado eu deixo esta frase que li em algum lugar aqui no seu blog postado por alguém.

"No passado, o Egito era grandioso e admirado. Hoje, o Egito é um país de um país de terceiro mundo. A Macedônia também já foi poderosa, hoje as pessoas nem sabem que Macedônia existe, de tão insignificante para o cenário atual. A Mongólia, outrora um poderoso e vasto império, hoje não passa de um país pobre e inexpressivo. A mesma coisa aconteceu com a Itália: no passado um grande império, mas que hoje, de todo aquele império, só sobrou um país minúsculo, endividado, bagunçado, atolado em corrupção- crime e com um povo ignorante ao extremo. Passado é passado. Não adianta espernear que não dá para voltar no tempo mais. É a mesma coisa que eu, hoje mendigo que mora um um barraco pequeno, todo bagunçado, ficar me gabando de que um dia no passado eu tinha uma casa bonita e grande, mas que perdi tudo e hoje sou um zé ninguém que quer dar uma de chique, mesmo morando no barraco pequeno."

Enviado por e-mail.

41 comentários:

  1. Aqui na Irlanda os italianos fazem a mesma coisa. Eu acho que eles possuem algum complexo ou transtorno cultural que os impede de viver o presente e assim vivem de passado para se sentirem melhores.

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  2. Opa, beleza?

    Descobri o blog através do blog do Renato e do Brasil com z. Sou também descendente de italianos e embora nunca tenha ido a Europa posso notar que os italianos se comportam de modo similar. Resido nos EUA e os italianos que conheço aqui repetem as mesmas coisas deste texto. Além disso, aqui também existem muitas pessoas com sobrenomes italianos ou seja, os italianos viajaram e migraram muito.

    Muito bom o blog.

    Valeu.

    Thomas.

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    1. Pelo andar das coisas é no mundo todo. Obrigado pela visita.

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  3. Aqui nos EUA eu acho que é a mesma coisa. Italianos não são bem vistos. Existem até fatos que mostra o tratamento dado aos italianos quando vieram para os EUA. Também acho que os italianos que migraram eram trabalhadores e guerreiros. Mas o povo italiano de hoje é uma futilidade, breguice e incapacidade absurdas. E isso não é xenofobia. Isto são fatos. Minha namorada que amo muito possui origem italianas sendo ela a quinta geração.

    A gastronomia possui boa fama aqui mas embora eu goste não acho a melhor gastronima do mundo.Afinal, existe melhor gastronomia? Cozinha é corrida esportiva? O que pensam da Itália aqui nos EUA? Crime organizado, Berlusconi, baixaria, praias, país minúsculo endividado, bagunçado, corrupção, zonha. Na verdade pensam mais sobre a fantasia de morar na Europa que realmente em morar pois sabem que a Itália tem pouco a oferecer e é muito atrasada.

    Eu desconheçoa algum italiano que fale bem do resto do mundo e olhem que trabalho em um lugar cheio de italianos e descdentes. Fui a Itália uma vez e depois conheci a Europa e quase ninguém gosta de italinos, principalmente os suiços, franceses e ingleses.

    A Itália teve sorte de geograficamente fazer parte da Europa. Se fosse talvez em um outro continente seria um lugar de quinto mundo qualquer. O povo vive de passado e é arrogantemente preconceituoso e antiquado. E o engraçado é que hoje mais uma vez migram para o Brasil, EUA e outros continentes como diz o post.

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    1. Uma vez estávamos conversando sobre os problemas do Brasil (que, como sabemos, não são poucos) e um colega metido a besta, para variar mais um desses descendentes de italiano com síndrome de vira lata, disse que se o Brasil tivesse sido colonizado por italianos seria hoje uma potência rica de primeiro mundo. Não aguente e ri na cara dele. Se o Brasil tivesse sido colonizado por carcamanos, esse país seria, no máximo, uma Argentina da vida. Na Argentina, como é sabido, a maioria da população é de origem italiana (a outra parte é descendente de espanhóis - outro povo trapalhão) e o país não passa de mais um país latino de terceiro mundo infestado de mortos de fome.

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  4. Melhor viver de um passado,que acreditar de ser no futuro.

    (os comentários aqui me lembram aquele velho ditado " O boi que chama" o burro de corno"

    Esses brasileiros que moram no exterior e tem tempo para denigrar os italianos nunca foram no interior do Brasil,nao conhecem seu pais,mas sabem tudo dos italianos..

    Os brasileiros no exterior são considerados os palhaços e as putas do sul américa,mas aquele e' preconceito,no enquanto tudo sobre os italianos e' verdade..
    Tenha dor,e aprendem a pensar que os homes antes que ser de uma nacionalidade são seres humanos,todos diferentes.


    (druidinho,ve' se consegue me publicar,tenha um pouco de vergonha na cara..)

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    1. Ninguem aqui afirmou que o Brasil é o paraiso e sem defeitos, Verdade Queima. E recebemos mensagens de pessoas de todos lugares do Brasil, que inclusive possui coisas boas e ruins.

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    2. Ana Biagioli Moreira8 de maio de 2013 01:34

      Concordo com A Verdade Queima!

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    3. @Ana Biagioli Moreira

      De a bunda para ele, que deve ser mais um turista sexual aqui no Brasil querendo sexo com brasileiras. E por ter mulheres como vc aqui, pelo jeito deve conseguir.

      Talvez isso infle o seu ego por pegar um gringo.

      Vergonha dessa garota paga-pau, afff.

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    4. Ana Biagioli Moreira12 de maio de 2013 05:14

      hahahahahahaha.... Moralistas, intolerantes e discriminadores!!! Beijo grande para vcs também! Sei quem sou e o caráter que possuo sem se quer precisar de insultos alheios! Então vai tentar ser feliz também, meu amor!

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    5. Amigo, eu sei que o brasileiro não tem uma boa reputação nos países de primeiro mundo, isso por culpa do próprio brasileiro que vai para outros países e, por ser ignorante, burro e sem cultura, comporta-se como se ainda estivesse no Brasil, o que gera repulsa e raiva da população local. Mas o que você não sabe é que esse comportamento, essa mentalidade do brasileiro, veio muito da mentalidade e da cultura italiana. Tanto é verdade que o comportamento de um italiano nos países de primeiro mundo é idêntica a do brasileiro. Portanto, italiano falando do brasileiro é o sujo falando do mal lavado.

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  5. O assassinato de uma mulher chamou a atenção de policiais de plantão na Central de Polícia, em Maceió. A vítima, Judite Fonseca de França Riccardi, que residia no loteamento Enseada do Francês, no município de Marechal Deodoro, na Grande Maceió, foi encontrada sem vida e de acordo com os levantamentos iniciais – que somente serão comprovados após o laudo do Instituto Médico Legal, de Maceió – morreu após ser espancada e asfixiada. O principal suspeito – preso por uma equipe da 5ª Companhia Independente de Marechal Deodoro – é o companheiro da vítima, o italiano Fabrizio Carlo Angelo Riccardi. A primeira versão é que Judite Fonseca teria discutido com o marido que a agrediu com tapas e introduziu um pênis de borracha na garganta da vítima que entrou em óbito sem poder respirar. Peritos do Instituto de Criminalística foram ao local e confirmaram que encontraram parte do instrumento na garganta da vítima. Outra versão apurada pela polícia é que o casal estava tendo relações sexuais e Fabrizio teria introduzido o objeto na boca da mulher que asfixiada terminou morrendo. Mas os relatos dos vizinhos do casal confirmam que o italiano é uma pessoa bastante violento e por várias vezes já tinha agredido a mulher, chegando até quebrar as pernas da esposa. A morte de Judite Fonseca – que era considerada uma pessoa caseira e bastante carismática – revoltou os moradores do loteamento que ainda tentaram invadir a casa e agredir o suspeito. Ao deixar o imóvel, sob a guarda de policiais da 5ª CIA o suspeito fez gestos obscenos para os vizinhos. O suspeito foi levado para a Central de Polícia, em Maceió, onde foi ouvido por um delegado de plantão.

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  6. A caxirola do futuro27 de abril de 2013 22:39

    No enquanto,no Brasil...



    Em visita à exposição "O olhar que ouve", de Carlinhos Brown, Dilma Rousseff conheceu o instrumento idealizado pelo artista que será usado na Copa do Mundo e na Copa das Confederações: a caxirola. Durante o evento, Carlinhos fez demonstrações com o chocalho que figura como um dos projetos aprovados pelo governo para promover o Brasil durante as competições.


    — Acredito que a caxirola faz parte não só do futebol, mas da imensa capacidade do nosso país de fazer um instrumento muito mais bonito que a vuvuzela — afirmou a presidente.


    Além da Caxirola, outro instrumento será usado no Mundial: o Pedhuá, um apito inspirado na cultura indígena. O produto foi licenciado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Com o acordo, o Pedhuá poderá ser estampado por temas que remetem à Seleção. O acordo comercial com a CBF irá até 2016 e a meta inicial é vender 50 milhões de unidades no Brasil e no exterior. A produção ficará sob a responsabilidade da empresa The Marketing Store.


    A caxirola e o Pedhuá estarão no mercado a partir de maio. De acordo com o diretor da empresa americana responsável pela produção dos dois instrumentos, Britto Junior, a fabricação será realizada em São Paulo. Os preços ainda não estão definidos, mas o diretor da empresa acredita que a Caxirola custe em torno de R$20 e o Pedhuá, R$10.

    E' isso,o Brasil não consegue nem produzir uma caxirola.

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    1. vc é o famoso VQ?
      outro exemplo da sua intelgencia...
      a caxirola foi fabricada, mas ninguém é tonto para ficar balançando aquilo...
      talvez os italianos quisessem

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    2. Sou brasileiro e hj moro fora do Brasil(Irlanda) não me arrependo de ter saído, tenho formação superior(engenheiro), mesmo assim tudo no Brasil era muito dificil, comprar casa, carro, manter filhos em escola particular, já que a escola pública é um verdadeiro depósito de marginais e sem a minima estrutura,saúde pública melhor nem falar, segurança pública só se for usar uma armadura a prova de balas, a cultura é a glorificação da depravação, corrupção é aceita como fato consumado,o povo é imbecilizado e satisfeito, agora com o bolsa familia o PT faz oque quiser, um bandido menor de idade pode matar 10 mil pessoas e ficar só tres anos na fundação casa, mulheres são estupradas dentro de onibus, políticos desviam dinheiro público aos bilhões e fica por isso mesmo, e não adianta tentar mudar já que o sistema foi organizado para proteger isso tudo...
      não conheço italia mas o Brasil que eu conheci era bem digno de vergonha, eu nem me apresento como brasileiro, é bem melhor

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    3. Amigo, a Italia nao é muito diferente. Possui algumas coisas melhores, outras piores, mas de exemplar como voce pensa ela passa longe. Em geral o brasileiro é deslumbrado e por isso compramos esta idéia de que a Italia é isso ou aquilo. Concordo como voce em quase tudo, mas nao somos somente nos que possuimos tais problemas. Aqui existe periferia, crime, corrupçao, crime organizado secular (mafia), bolsa familia e tudo o mais. Tenho amigos italianos do tempo que morei em Londre e nos EUA que também nem se apresentam como italianos pois tem vergonha. OU seja, somos bem parecidos neste aspecto, embora eu nunca tenha tido vergonha de dizer ser brasileiro. Abraço.

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  7. Itália a geração perdida: crise obriga jovens italianos para mover-se no estrangeiro Por Fiona Ehlers
    em Roma
    François Hollande e o primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy - montar para uma foto de família no jardim labirinto de sebes de buxo. A idade média dos quatro europeus posando na frente de estátuas romanas é 60,25 anos. Os jovens europeus não confiam tais fotos ou esses políticos. Afinal


    garoto italiano bumerangue - não importa quanto ela tenta, ela sempre volta para a morada de família.Ela estudou arquitetura, formou-se com qualidades superiores, era um jovem empresário e gerenciado projetos de construção. Mais recentemente, ela foi contratada por uma empresa de engenharia. Ela ainda não foi pago nos últimos seis meses e seu empregador está à beira da falência. Ela aplicada a mais de 200 empresas italianas, mas não recebi uma resposta única.Mas, de repente, na semana passada, as coisas aconteceram muito rapidamente. Ela tem três ofertas de emprego, de Dubai e Londres, com duas vezes o seu salário atual. "Eles gostaram o que tanta gente gosta nos italianos," diz Bertolini, sem soar prepotente em tudo. "Nós somos flexíveis e resilientes, e nós temos comprovado que Nós dominamos ' l'arte di arrangiarsi'"-- a arte de alguma forma conseguir. Ela fica em sua bicicleta novamente e diz que vê-lo como uma pessoalAmendoim pagosOs números mais recentes são na verdade inquietantes. Jovens na Itália não são vistos como um recurso, mas como um fardo. A taxa de desemprego entre os jovens menores de 25 anos pairou por muito tempo em torno de 20%. Agora, ele disparou até 36 por cento. Esta é a figura que o primeiro-ministro Monti encontra tão alarmante. No Sul, em várias cidades da Sicília e da Calábria, é mais de 50 por cento - tão alto como em Espanha e Grécia.Isso tem a ver com o mercado de trabalho extremamente injusto na Itália, que protege 50 - a 60 anos com contratos permanentes, quase irrevogáveis. Por outro lado, jovens são pagos amendoins, amarrados junto com contratos a termo e são os primeiros a ser acionado em tempos de crise. Na verdade, não é de admirar que dois dos três italianos com idade inferior a 35 são mammoni, meninos da mama que ainda vivem com os pais. Com a partir de salários mensais em €1.000 (US $1.250) e chocantemente altas rendas, eles simplesmente não tem escolha.Jovens permanecem benchwarmers - perpétuos estagiários que são vistos como não capaz de fazer muita coisa. "Não há nenhuma fome para o futuro," escreve o jornal liberal La Stampa. A geração de seus pais deve dar um passo para trás - que seria "o único verdadeiro presente" a juventude do país, escreve o jornal. Ou, nas palavras do plantel de futebol treinador Cesare Prandelli: "a Itália é um país velho com idéias antigas. Talvez, simplesmente não estamos ainda prontos para vencer."Os italianos amam seu país, mas eles também eternamente insatisfeitos com ele; há um monte de get-up-and-go reclamando e não muito. O futuro está em toda parte, eles dizem--não apenas de volta para casa. Na verdade, um fenômeno pode ser observado na Itália, que é normalmente mais típica dos países em desenvolvimento: o êxodo da elite, la fuga di cultura ou fuga de cérebros. Até 60.000 jovens italianos deixam o país todos os anos, e estima-se que metade da Itália 100 líderes acadêmicos e cientistas estão trabalhando no exterior.Movendo-se para um universo de diferenteSandra Savaglio foi um dos primeiros a ir. Ela fugiu "para outros universos" - primeiro para os Estados Unidos e, em seguida, para um Instituto de pesquisas de Max Planck na Baviera. Estes dias, ela só vem para a Itália para o cenário, durante as férias, ou para participar de conferências internacionais, como agora em julho.Savaglio, um italiano sul da gracioso, loiro, está de pé na frente de uma abadia deserta na Toscana na noite de breu.



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  8. O texto ai em cima foi colhido no Der Spiegel do dia 06/08/2012, em resposta a quem fica colhendo textos para agredir o Brasil, fala do fardo do desemprego jovem na Italia e do novo surto migratório, como no Brasil da década de oitenta

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    1. Texto bem interessante. Sei de muitos italianos que estao escapando novamente para os EUA. Quem migrou uma vez, arrotou ter sido o Império ha muitos anos atras, hoje volta a migrar de novo. E desta vez nao atras de bundas brasileiras, mas por necessidade, fome, miséria. Tenho amigos italianos e vejo que muitos nao suportam morar na propria terra ou entao ficam pulando de galho em galho sempre atras de uma perfeiçao que nao existe.

      Volte sempre.

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  9. Ana Biagioli Moreira8 de maio de 2013 01:46

    Só se tem conhecimento cultural realmente vivenciando de perto a cultura do outro(mesmo que dentro de um mesmo país)! Problemas políticos qualquer país tem, pessoas ruins e preconceituosas temos espalhadas pelo mundo todo(isso não é culpa da Itália). E tem muito brasileiros que vivem falando mal do Brasil, mas simplesmente cruzam os braços e nunca tentam fazer nada pra mudar nossa nação. Deixamos nas mãos dos políticos além de que votamos sempre muito mal, porque nos importamos mais com futebol do que com política e por ai vai... Sem contar que grande parte dos brasileiros ficam admirados com o desenvolvimento de outros país, porque é mais fácil que lutar pelo desenvolvimento do nosso. É muito triste ver que a menor parte dos brasileiros age diferente e o conhecimento cultural é fundamental para percebermos as reais deficiências do nosso Brasil. Sou brasileira, neta de italianos e tenho muito orgulho disso. =)

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    1. Bem, eu também mas não tenho orgulho disso e nenhum orgulho racial idiota como o seu. Tenho orgulho deles pois os conheci e eram batalhadores, com um perfil diferente do italiano atual que é turista sexual, arrogante, ignorante e que tem pessoas como vc puxando o saco. Vc deve ser mais uma entre tratas vista como bunda, culo brasiliano, extracomunitaria e ainda deve achar graça e quer fingir ser amiguinha dos italianos ou a diferente. Vc me envergonha por também ser mulher.

      Falar em cruzar os braços sem fazer nada? E os italianos? Faça o favor e atualize-se.

      Miriam Grimaldi.

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  10. Que não venham aqui encher...
    se forem igual a sofia loren serão bem vindas

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  11. Sem dúvida, Druida, a crise dos derivativos imobiliários de 2008 foi no mínimo igual a crise de 1929, mudou a noção de primeiro mundo, como já foi usado neste blog por um italiano residente no Brasil, que talvez fugiu de seu país atrás de sorte melhor, a renda per capta de 30000 dolares não quer dizer que todos os italianos ganhem isso por ano, e idh muito mais elevado não quer dizer que todos tenham as três refeições por dia...
    porque não fotografa Scampia, Napoles, e outros locais para mostrar que a Europa tem seus problemas?

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    1. Ana Biagioli Moreira12 de maio de 2013 05:07

      Uauuu.. Obrigada pela colocação de ''culo brasiliano'', como se tivesse pela primeira vez abrindo meus olhos para tal expressão! Bom que mencionei em meu comentário que PRECONCEITO DENTRE OUTRAS COISAS SE ENCONTRA EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO(ESTA AI O EXEMPLO), inclusive aqui no Brasil! Os homens brasileiros não estão melhores que os italianos nesse sentido, porém não devo generalizar a maioria como uma nação inteira. E em nenhum momento mencionei que a situação econômica da Itália e maravilhosa! Só quem conhece o norte da Itália sabe que a precariedade é forte siiim. Inclusive sou formada em Relações Internacionais, o que me faz ser muito bem informada desses assuntos e achar ''lindos seus termos cultos de se impor contra a minha opinião, isso demonstra bem o seu grande nível culto de se expressar''.

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    2. tinha um italiano que estava vendendo drogas no nordeste só descobriram agora.

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  12. PRIMEIRA MINSITRA NEGRA DA ITALIA ENFRENTA RACISMO

    primeira ministra negra da Itália respondeu a uma enxurrada de insultos sexistas e racistas dizendo que ela tem orgulho de ser negra, não 'de cor', e que a Itália não é realmente um país racista.



    Cecile Kyenge, uma oftalmologista e cidadã italiana originária da República Democrática do Congo (RDC), foi nomeada ministra da Integração pelo primeiro-ministro Enrico Letta no último sábado, sendo uma das sete mulheres no novo governo.



    Desde então, ela tem sido alvo de provocações em sites de extrema-direita, que têm a rotulado com nomes como "macaco congolês", "Zulu" e "a negra anti-italiana".
    Ela também enfrentou insultos com toques de racismo de Mario Borghezio, membro da Liga do Norte no Parlamento Europeu, que no passado foi aliado do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi.



    Em referência a Kyenge, Borghezio chamou a coalizão de Letta um "governo bonga bonga" - uma brincadeira com o termo "bunga, bunga", atribuído a Berlusconi - e disse que ela parecia ser "uma boa dona de casa, mas não uma ministra".



    Kyenge rejeitou os comentários, que a presidente da câmara dos deputados, Laura Boldrini, qualificou como "vulgaridades racistas". Kyenge planeja pressionar por uma legislação, a qual a Liga é contrária, que permitiria às crianças nascidas na Itália de pais imigrantes obterem a cidadania automática, em vez de terem que esperar até os 18 anos para reivindicá-la.



    "Cheguei sozinha à Itália aos 18 anos e eu não acredito em desistir diante de obstáculos", disse Kyenge, que deixou o Congo para que pudesse prosseguir os seus estudos em medicina.



    Ela também rejeitou o termo "de cor", usado para descrevê-la em muitos matérias na imprensa italiana, dizendo: "Eu não sou colorida, eu sou negra e digo isso com orgulho."
    Kyenge, que é casada com um italiano, disse não ver a Itália como um país particularmente racista e acreditava que as atitudes hostis derivavam principalmente da ignorância.



    Boldrini disse a um jornal nesta sexta-feira que recebe ameaças de morte online diariamente e um fluxo de mensagens contendo imagens sexualmente ofensivas.



    "Quando uma mulher ocupa um cargo público, a agressão sexista dispara contra ela, sejam simples fofocas simples ou violentas... sempre usam o mesmo vocabulário de humilhação e submissão", disse Boldrini ao jornal La Repubblica

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  13. O ex-jogador Edmundo ficou revoltado com o preconceito sofrido pelo time sub-16 do Vasco, durante competição na Itália. Jogadores do time carioca teriam sido chamados de macacos pelos rivais. Edmundo utilizou o Facebook para desabafar: “Lamentável o que aconteceu na Itália com a equipe sub-16 do Vasco contra o Juventus. Como é vergonhoso descobrir que ainda existem atos de racismo dentro de esportes tão tradicionais. Joguei na Itália e repudio qualquer ato desse tipo. Inclusive, defendo punições graves e espero que o preconceito acabe no futebol, nas ruas e no mundo. Absurdo! Apesar de tudo, parabéns pela vitória, Vasco!!!” Diante do ocorrido, o Vasco também emitiu uma nota de repúdio ao caso e ressaltou a histórica luta vascaína contra o racismo. Em uma época em que o futebol no Brasil era considerado um esporte para brancos, o clube aceitava negros em seu elenco

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  14. Brasil, um país que já não faz distinção entre bandidos e vítimas.



    Faço questão de reproduzir o primeiro parágrafo da matéria de capa da revista Veja desta semana sobre os órfãos da impunidade - um retrato que as "ciências sociais", na maioria ideológicas, são incapazes de fazer. Vivemos num país de completa insegurança, que aponta para um retorno ao Estado hobbesiano: todos contra todos. Aí vai, para vergonha dos cidadãos e contribuintes honestos:


    Hoje, quase 40 000 presos brasileiros podem dormir tranquilos em sua cela com a certeza de que sua família está amparada pelo estado. Graças ao estímulo do governo federal, o número de criminosos que requereram e obtiveram o auxílio-reclusão aumentou 550 por cento de 2000 a 2012 - uma alta que se deu em um ritmo três vezes maior do que o da população carcerária. Entre os principais auxílios previdenciários, o chamado "bolsa-bandido" é o segundo que mais cresceu nos últimos anos, atrás apenas da ajuda para quem sofreu acidente de trabalho. A média de pagamento por família é de 730 reais mensais, acima do salário mínimo no país, que é de 678 reais. É correto que alguém que roubou ou matou tenha direito a um benefício desses? As pessoas que ficam desassistidas quando um parente mata alguém são tão vítimas quanto as que choram a perda de um pai de família num assalto? Mais: é sensato usar do mesmo grau de compaixão para com um menino de 19 anos morto na frente de casa por causa de um celular e um rapaz de 17 nos que atirou contra a sua cabeça mas "não sabia o que estava fazendo"? O debate sobre a violência no Brasil atingiu um grau de insensatez capaz de borrar a distinção entre criminosos e vítimas.




    Para terminar: na visão deste blogueiro, este país já não passa de um acampamento de corruptos, ladrões e assassinos - com ou sem colarinho branco -, agraciados com uma legislação benévola, que se preocupa mais com os bandidos do que com as vítimas.

    Peço para me publicar no seu interessantíssimo blog

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    1. Concordamos com voce em GRANDE parte, meu amigo. Ninguém aqui NUNCA afirmou que o Brasil é 100%. O que afirmamos e provamos é que dizer que a Italia é melhor que o Brasil é dizer que o sujo é melhor que o mal lavado. Isto é papo de puxa saco, cego, noveleiro e ignorante.

      Entendeu a mensagem?

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    2. A VERDADE QUEIMA10 de maio de 2013 23:48

      AHAHAHAHAHAHAH,, e' so' escrever "me publica no seu interessantíssimo blog" e voce' me pubblica.
      Seu puxa saco..

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  15. O que acontece é que boa parte dos brasileiros, por serem ignorantes e otários, acham que ser italiano é chique e que a Itália é um país de primeiro mundo. Ledo engano. Os italianos não são bem vistos nos verdadeiros países de primeiro mundo, tal como EUA, Austrália, Alemanha, Suíça, Inglaterra e França. Nesses países, o italiano é visto como escória, gentalha, arrogante, sem educação, falastrão, bagunceiro, perdedor, insuportável, traiçoeiro e inconveniente. Só mesmo uns brasileiros otários para acharem que ser italiano é ser da elite. Não estou dizendo que o brasileiro é santo, mas o brasileiro é justamente o que é, quer queiram quer não, porque herdaram muito dos comportamento dos italianos. A Italia, para quem não conhece, não passa de um Brasil disfarçado. É como se fosse pegar o Brasil, todo esculhambado e sujo, e passar uma maquiagem para esconder a feiura. A Itália é isso. Um terceiro mundão disfarçada de primeiro mundo.

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  16. Admiro este blog e seus artigos, graças a ele estou conhecendo melhor os estrangeiros em geral, não só italianos.
    Já que o cidadão brasileiro gosta de copiar tudo que vem de fora, deveria neles se espelhar e passar a tratá-los da mesma maneira que são tratados, como: "extracomunitários".
    Enqto os EUA mostram ao mundo o centro de Nova York, Miami e Washington o Brasil exporta a imagem da mulher de biquini e as favelas do Rio. Muitos estrangeiros desconhecem a Avenida Paulista, Copacabana, Porto Alegre e Curitiba.
    Graças ao blog, passei a olhar não só os italianos, mas estrangeiros em geral, de forma diferente, afinal, o dono da casa dita as regras e os outros que chegam que a sigam, portanto, nada de sorrisos prá eles, nada de tentar entender o idioma deles e se quiserem ser respeitados, que respeitem primeiro.
    Se mudarmos nossa postura perante os cidadãos do mundo, com certeza tudo vai melhorar, e, espero em futuro próximo brasileiros deixarem de lado a "síndrome de vira latas" e se tornarem pitbulls, a começar pelo seu território.

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  17. Brasileiros ganham fama ruim praticando assaltos e arrastões em jogos on-line

    Aqui é Brasil, seu safado!", gritou o jogador identificado pelo apelido L3L3K antes de assassinar um norte-americano no "DayZ", game de tiro em primeira pessoa. "Tinha que ser brasileiro", reclamou a vítima.




    No jogo, ambientado em um mundo pós-apocalíptico apinhado de zumbis, os participantes têm que cooperar para sobreviver.





    Mas L3L3K faz parte de um grupo de jogadores que prefere roubar equipamentos e enganar outros gamers com o objetivo de "tocar o terror".




    Há anos, o comportamento "tóxico" (termo usado pela indústria) é apontado por jogadores de games de multijogadores como tipicamente brasileiro.




    "DayZ" é apenas o alvo mais recente, mas outros títulos, como "Call of Duty", "World of Warcraft", "DotA" e "Minecraft", entre vários outros, também têm legiões de arruaceiros brasucas.




    No fórum do game "League of Legends", é possível ler frases como "brasileiros são o submundo dos games on-line, a personificação do que é ser troll, o mais infame e odiado tipo de jogador" e "graças a Deus, abriram servidores brasileiros, assim eles entram menos por aqui [nos servidores internacionais]".




    O problema, é claro, não é exclusivo do Brasil. Mas nenhum outro país tem uma identidade negativa tão forte. Alguns brasileiros, na tentativa de fugir do estereótipo, mudam a nacionalidade de seus perfis no jogo, a fim de não serem rechaçados.




    "Podemos afirmar que esse não é um problema que tem origem no game. O jogador é, no mundo on-line, reflexo de como vive no mundo real", diz Julio Vieitez, diretor geral da Level Up! (de games como "Grand Chase" e "Perfect World") no Brasil.




    Jogadores brasileiros em games on-line são uma gangue, e não um grupo", disse Isac Cobb, desenvolvedor independente, durante a feira de jogos PAX East 2013, em Boston, nos EUA.





    Cobb chegou a cogitar o bloqueio dos brasileiros no novo jogo, mas disse que ainda não há nada decidido.





    Entre as reclamações, estão a realização de assaltos, mendicância, ataque a membros do próprio time e outras atrocidades virtuais.




    "Curtimos tocar o terror", admite Caio Simon, 19, jogador de "DayZ". "É só um jogo, estamos nos divertindo. Não é para levar tão à sério."




    Esse tipo de jogador é, às vezes, chamados de "hue", por causa da risada típica, normalmente disparada após alguma barbaridade cometida: "HUEHUEHUE".




    Fonte: Folha

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  18. Recessão lança milhões na pobreza


    Número de pessoas consideradas gravemente carentes dobrou nos últimos dois anos





    Milhões de italianos não conseguem mais pagar a calefação dos seus lares nem comer carne, e o número de pessoas consideradas gravemente carentes dobrou nos últimos dois anos, num reflexo da recessão e do desemprego que assolam o país, segundo relatório anual do Instituto Nacional de Estatística (Istat).

    A Itália é o país europeu onde uma maior parcela dos jovens nem estuda nem trabalha (23,9%), segundo o relatório. No sul, região mais pobre do país, um em cada três italianos de 15 a 29 anos se enquadra nesse grupo.

    O número de pessoas vivendo em famílias consideradas seriamente carentes dobrou nos últimos dois anos, chegando a 8,6 milhões, ou 14% da população, segundo o Istat.

    Famílias que cumprem mais de quatro entre nove indicadores de pobreza são consideradas seriamente carentes. Isso inclui não poder pagar adequadamente a calefação, o que atingiu um quinto das pessoas em 2012, o dobro do que era em 2010, segundo o relatório.

    O percentual de italianos em famílias incapazes de consumirem uma refeição rica em proteínas (como carne) a cada dois dias subiu de 6,7% em 2010 para 16,6%.

    Mais de 50% foram incapazes de viajar por pelo menos uma semana nas férias no último ano, disse o Istat, e a cifra chega a 69% no sul.

    Cerca de 14,9 milhões de pessoas, ou um quarto dos 61 milhões de italianos, vivem em famílias que preenchem três dos critérios de pobreza do Istat.

    Apenas 57,6% dos jovens formados nos últimos três anos estão empregados, o que é abaixo da média europeia, de 77,2%, segundo os dados.

    O poder de compra dos italianos caiu 4,8% no ano passado, um declínio "excepcionalmente forte", causado por agressivos aumentos de impostos destinados a fortalecerem as finanças públicas, e após quatro anos de reduções menores, segundo o Istat.

    O índice de poupança dos italianos, tradicionalmente alto, vem caindo constantemente, e já está abaixo da França e Alemanha. Também nesse quesito, a situação é mais preocupante no sul, segundo o relatório.

    R7.

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  19. Primeiro mundo, hein?...
    o Bifinho ficou na vontade?

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  20. Estranho.... problemas todo país tem (Incluisve na Inglaterra, onde já morei), generalizar como você colocou os italianos, para mim é tentar achar que outros são melhores. Que Austrália é melhor, os EUA, O Reino Unido. Enfim, os brasileiros tem mania de pagar pau para esses países, trabalham ilegalmente (mais do que permitido) e vem reclamar da Itália. Que tem problemas sim, mas já passou por muitos e continuar passando. Quer saber, ótimo que você nunca mais vai para Itália!!!! É isso aí, Brasil que é bom!!! continue pensando assim...... os italianos agradecem!!

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    1. E que também os italianos não venham encher a sacola aqui no Brasil, eta povo chato, os inventores de tudo...rs rs rs

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  21. Que isso senhores, mas que ódio mortal é este. Não podemos nivelar por baixo. Existe muita coisa boa na Itália sim e existem muitas pessoas sem escrúpulo, também.
    As pessoas que possuem inteligência deve ignorar estes indivíduos atitudes racista , xenofóbica...
    Eu possuo dupla cidadania , e fiz questão de obter não por achar bonito ser italiano (alguns pensam assim), fiz em consideração a toda história dos meus queridos antepassados que vieram para o Brasil em busca de oportunidades (apesar de que ao chegarem no Brasil, encontrarem outra realidade).
    Nós brasileiros devemos ter atitudes de seriedade e moralidade quando estiver em qualquer lugar do mundo. Principalmente no nosso próprio país.
    Na adianta ficarmos reclamando de políticos e governo se o próprio povo é o primeiro a querer da uma de esperto -furbo. Um gatonet aqui, outra propina ali (por favor, não estou falando que todos fazem isto).
    Morei nos USA, fazendo intercâmbio, e é nítido perceber que cada país possui sua especificidade, ou seja , pró e contra.
    Lá, percebi que vc é conforme seu cartão de crédito.
    Pessoal, vamos analisar aqui dentro do nosso país. Reclamamos que um cidadão brasileiro que tenta a vida na Europa sofre muita discriminação. E o Boliviano que tenta a vida no Brasil? E os Haitianos que estão entrando pelo Acre? Pergunte a eles o que pensam dos brasileiros.
    Mais uma vez volto a dizer: Pessoas ignorantes há em todo o mundo...

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    1. Pessoas ignorantes há em todo o mundo. ....

      Respondendo: com certeza. Mas isto é chover no molhado.

      Fale-me sobre as falhas dos italianos que para eles mesmos sao "jeito italiano exotico" e as mesmas falhas no Brasil sendo "de um pais extracomunitario feito por prostitutas" (como se na Italia elas nao existissem).

      Respeitar antepassados é uma coisa, ser um cego de ma fé é outra.

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Seja bem vindo e volte sempre para postar.Seja educado que as pessoas serao educadas com voce.Manifestos racistas e xenofobos nao serao bem recebidos.Argumente com fatos e aprenda a aceitar a opiniao dos outros.

Druida e Maga.